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Todos os dias nosso planeta acorda com 200 mil pessoas a mais para alimentar e mais terras degradadas pela erosão.

Em meio a isso, diversos agricultores ao redor do mundo vivem em condições precárias, enquanto que a biodiversidade segue sendo prejudicada pelo uso irresponsável de recursos naturais.

O que estamos exigindo é simplesmente insustentável.

E diante deste cenário é que criamos, em 2013, o nosso Plano de Agricultura Sustentável, The Good Growth Plan.

Por meio de seis ambiciosos compromissos firmados em prol da sustentabilidade da agricultura e do desenvolvimento das comunidades rurais, definimos metas globais mensuráveis, que são auditadas anualmente pela PricewaterhouseCoopers (PwC) e devem ser alcançadas até 2020.

Até agora, temos trabalhado com agricultores, instituições acadêmicas, ONGs, governos e outras organizações, tudo de forma transparente e com compartilhamento de dados, para que todas as partes interessadas possam se beneficiar do nosso aprendizado ao longo dessa nossa jornada.

Do lançamento do programa até agora, diversos agricultores adotaram o nosso Plano de Agricultura Sustentável em seu cotidiano. Conheça a história de alguns deles e entenda como isso tem melhorado a vida e a produtividade do campo*.

*Os dados apresentados a seguir são referentes ao período de outubro de 2013 a setembro de 2015.

Coragem e resiliência são as características que melhor traduzem a produtora de soja, milho e laranja Cecília Barros de Melo Falavigna, a “rainha da soja”. Após o falecimento de seu marido, há 15 anos, ela mudou drasticamente o rumo de sua vida. De professora transformou- se em agricultora ao assumir a lavoura antes conduzida pelo companheiro. Um universo novo, desconhecido, difícil.

Nessa trajetória, de aprendizado e os resultados surpreendentes, Cecília alcançou altos patamares de produtividade de soja. Para se ter ideia, ela obteve, em 2016, um rendimento de 92 sacas por hectare, superando em 90% a média nacional!

Trinta anos de atividades no campo e duas fazendas que, juntas, somam três mil hectares com cerca de 2.200 cabeças de gado. Isso é um pouco do que você encontrará no currículo de Carlos Viacava, uma das 100 personalidades mais influentes do agronegócio brasileiro (segundo ranking da revista Dinheiro Rural).

Há três anos, Carlos passou a fazer parte da Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), uma estratégia de produção que integra atividades agrícolas, pecuárias e florestais para aumentar a produtividade do agronegócio de maneira sustentável. Essa imersão em novas possibilidades fez com que Carlos passasse a destinar parte de suas terras para o plantio de soja. Hoje, já são 1.300 hectares! E essa integração pecuária-lavoura trouxe benefícios que vão além do financeiro, como recuperação e nutrição do solo, além de uma maior geração de empregos diretos e indiretos.

Luciane Bertinatto Copetti é mãe, avó, esposa, dona do lar, proprietária rural, administradora e Secretária de Meio Ambiente de Lucas do Rio Verde (MT). Uma verdadeira mulher multitarefas que, há anos, incluiu em sua lista de atividades diárias a missão de zelar pela biodiversidade de sua fazenda, com cerca de 700 hectares, e da região.

Luciane abraçou o desafio de aliar a produção à conservação ambiental. Ela é uma grande parceira do Projeto Soja+Verde, do qual muitos outros produtores agrícolas do Estado do Mato Grosso fazem parte. Até o momento, mais de 15 mil hectares estão em processo de restauração por meio dessa iniciativa.

Toda essa mobilização tem contribuído para ampliarmos a conscientização ambiental dos produtores rurais que, além de cumprirem o Código Florestal Brasileiro, estão colaborando com a conservação da fauna e da flora do rico bioma do Cerrado para as futuras gerações.

Dos milhares de pequenos produtores acessados pelo nosso Plano de Agricultura Sustentável em todo o Brasil, Maria Aparecida da Silva é exemplo de agricultora que aprendeu a cultivar de forma tradicional, mas que entende a importância das transformações para a sustentabilidade do seu negócio.

Com esse pensamento, ela chegou longe: passou a fazer parte do NUCOFFEE Sustentia, projeto que capacita pequenos cafeicultores sobre boas práticas de plantio, colheita e gestão preconizadas pela UTZ (maior certificadora internacional de produção sustentável de café). Assim, além de aumentar sua produtividade de forma sustentável, Dona Maria obteve a valorização do seu café, que agora tem mais qualidade e maior acesso ao mercado internacional!

Do município de Ipiranga do Sul (PR) vem a história do personagem que exemplifica mais um de nossos compromissos, voltado para a melhoria da qualidade de vida dos agricultores. Amilton Viniski dobrou a produtividade de sua lavoura - passando de 50 para 100 sacas de feijão por alqueire - após ingressar no Projeto Centro-Sul de Feijão e Milho.

As orientações transmitidas pelo programa promovem a segurança no campo e o rendimento máximo à lavoura. E elas ensinam, ainda, sobre a adoção de práticas sustentáveis para preservar o meio ambiente, como o plantio direto. E tudo isso fazendo uso de produtos com segurança, entendendo e aplicando soluções de forma correta e no tempo certo.

O resultado? Mais produtividade, saúde e sustentabilidade.

Rafael Antonio de Oliveira sempre soube que construiria sua história na lavoura – e assim o fez. Hoje, integra o quadro de funcionários da Syngenta Agrícola, como Líder de Campo. Para ele, a empresa é exemplo de cuidado e valorização de trabalhadores rurais. E essa responsabilidade é reflexo de mais um compromisso assumido no nosso Plano de Agricultura Sustentável (The Good Growth Plan).

De forma prática, essa missão se traduz na garantia de salários dignos, alimentação, treinamento, transporte e segurança em toda a nossa cadeia de suprimentos. E isso tem sido feito desde 2006, quando a Syngenta adotou os protocolos da Fair Labor Association (FLA), organização internacional dedicada à promoção e proteção dos direitos de trabalhadores em todo o mundo. No Brasil, passamos a contratar, de forma direta, mão de obra dos campos de produção de sementes e de pesquisa e desenvolvimento, para assegurarmos a conformidade com os princípios de trabalho justo.