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Plano de Agricultura Sustentável - Agricultores

Nosso Plano de Agricultura Sustentável (Good Growth Plan) nasceu em 2013 como parte integrante de nossa estratégia. Afinal, temos uma população em ritmo crescente – são mais de 200 mil pessoas a mais para alimentar, por dia, em todo o mundo. Ao mesmo tempo, temos cada vez mais terras degradadas pela erosão e inúmeros agricultores vivendo em condições precárias e uma biodiversidade cada vez mais prejudicada.

Por isso, estabelecemos seis ambiciosos compromissos – com metas mensuráveis e auditadas anualmente pela PricewaterhouseCoopers (PwC) – para apoiar a sustentabilidade na agricultura e o desenvolvimento das comunidades rurais.

Neste período, trabalhamos em parceria com agricultores, instituições acadêmicas, ONGs, governos e outras organizações, para termos todas as metas cumpridas até 2020. E conseguimos!

Para promover a colaboração e a transparência, publicamos os resultados desta primeira fase do programa, de 2013 até o fim de 2019. Compartilhamos nossos 

dados abertamente para que todos possam se beneficiar do aprendizado ao longo desta jornada.

Agora, na segunda fase de nosso Plano de Agricultura Sustentável, nosso foco é ajudar a reduzir a pegada de carbono presente na atividade agrícola e ajudar os produtores a enfrentar as mudanças climáticas. Por isso, nos comprometemos a investir US$ 2 bilhões em agricultura sustentável até 2025, e a lançar duas tecnologias disruptivas a cada ano. Nossos novos compromissos foram separados em quatro áreas:

Acelerar a inovação em linha com as necessidades dos agricultores e da natureza;
Trabalhar para que a agricultura seja neutra em carbono, incluindo reduzir a intensidade de carbono de nossas operações em 50% até 2030;
Promover a segurança e a saúde das pessoas;
Construir parcerias de impacto para fomentar a agricultura sustentável.

Os seis ambiciosos compromissos da primeira fase do nosso Plano de Agricultura Sustentável (de 2013 a 2019) foram, em grande parte, superados. Confira, a seguir, cada um deles.

* Os resultados são auditados anualmente pela Pricewaterhouse Coopers (PwC).

Tornar culturas mais eficientes

Recuperar mais terras cultiváveis

Promover a Biodiversidade

Capacitar pequenos agricultores

Promover a segurança das pessoas

Cuidar de cada trabalhador

Do lançamento do programa, em 2013, até agora, diversos agricultores fizeram parte do nosso Plano de Agricultura Sustentável. Conheça alguns destes produtores, que fizeram História na primeira fase de nosso Plano.

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Coragem e resiliência são as características que melhor traduzem a produtora de soja, milho e laranja Cecília Barros de Melo Falavigna. Há 15 anos, a paranaense de Floraí mudou drasticamente o rumo de sua vida após o falecimento de seu marido. De professora transformou- se em agricultora ao assumir a lavoura antes conduzida pelo companheiro. Um universo novo, desconhecido, difícil.

Nessa trajetória, o aprendizado foi intenso e os resultados surpreendentes. Cecília alcança altos patamares de produtividade de soja. Para se ter ideia, ela obteve, recentemente, um rendimento de 92 sacas por hectare, superando em 90% a média nacional!

Esse sucesso, que garantiu a ela o apelido “rainha da soja”, é consequência da dedicação intensa de Cecília somada às tecnologias Syngenta e ao suporte de nossos especialistas, que inspiram agricultores a produzir mais com menos, conforme compromisso assumido no nosso Plano de Agricultura Sustentável – The Good Growth Plan.

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Trinta anos de atividades no campo e duas fazendas que somam 3 mil hectares com cerca de 2.200 cabeças de gado. A grandiosidade desses números permite ter uma ideia clara do que Carlos Viacava, uma das 100 personalidades mais influentes do agronegócio brasileiro (segundo ranking da revista Dinheiro Rural), precisou fazer para conquistar tudo isso. Além de trabalhar muito e promover investimentos de forma estratégica, o pecuarista repensou a produção de suas terras.

Isso aconteceu há três anos, quando Carlos passou a fazer parte da Integração Lavoura-Pecuária- Floresta, conhecida como ILPF, uma estratégia de produção agropecuária que integra atividades agrícolas, pecuárias e florestais para aumentar a produtividade do agronegócio de maneira sustentável. Liderada pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e apoiada pela Syngenta e outros parceiros, essa iniciativa permite que os participantes tenham acesso à pesquisas, novas tecnologias e a conhecimentos que possibilitam um novo sistema produtivo.

Essa imersão em novas possibilidades fez com que Carlos passasse a destinar parte de suas terras para o plantio de soja. Hoje, já são 1.300 hectares! E essa integração pecuária-lavoura trouxe benefícios que vão além do financeiro, como recuperação e nutrição do solo, além de uma maior geração de empregos diretos e indiretos.

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Luciane Bertinatto Copetti é mãe, avó, esposa, dona do lar, proprietária rural, administradora e Secretária de Meio Ambiente de Lucas do Rio Verde (MT). Uma verdadeira mulher multitarefas que, há anos, incluiu em sua lista de incontáveis atividades diárias uma missão muito nobre: a de zelar pela biodiversidade de sua fazenda, com cerca de 700 hectares, e da região.

Luciane abraçou o desafio de aliar a produção de alimentos à conservação ambiental. Ela é uma grande parceira do Projeto Soja+Verde, do qual muitos outros produtores agrícolas do Estado do Mato Grosso fazem parte. A eles, a organização ambiental The Nature Conservancy (TNC), apoiada pela Syngenta e outras instituições, oferece suporte para recuperação de áreas de preservação degradadas em suas propriedades. Até o momento, mais de 15 mil hectares estão em processo de restauração por meio dessa iniciativa.

Toda essa mobilização tem contribuído para ampliarmos a conscientização ambiental dos produtores rurais que, além de cumprirem o Código Florestal Brasileiro, estão colaborando com a conservação da fauna e da flora do rico bioma do Cerrado para as futuras gerações. Isso é agricultura sustentável.

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Dos milhares de pequenos produtores acessados pelo nosso Plano de Agricultura Sustentável (The Good Growth Plan) em todo o Brasil, Maria Aparecida da Silva é exemplo de agricultora que aprendeu a produzir de forma tradicional, cuidadosamente ensinada por seus pais, mas que entende que promover transformações no campo é fundamental para a sustentabilidade do seu negócio.

Com esse pensamento, ela chegou longe: passou a fazer parte do NUCOFFEE Sustentia, projeto que capacita pequenos cafeicultores sobre boas práticas de plantio, colheita e gestão preconizadas pela UTZ (maior certificadora internacional de produção sustentável de café, com sede na Holanda). Assim, além de aumentar sua produtividade de forma sustentável, Dona Maria obteve a valorização do seu café, que agora tem mais qualidade e maior acesso ao mercado internacional!

E ela foi além! Instalou no seu sítio Ribeirão da Onça, em Campos Gerais (MG), um biodigestor. O equipamento promove o tratamento das águas residuais do beneficiamento de café por meio de bactérias, em um processo que termina na formação de biogás – que passou a ser utilizado por Maria em sua cozinha. Uma técnica que promove um ciclo completo de sustentabilidade.

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Do município de Ipiranga do Sul (PR) vem a história do personagem que exemplifica mais um de nossos compromissos, voltado para a melhoria da qualidade de vida dos agricultores. Amilton Viniski dobrou a produtividade de sua lavoura - passando de 50 para 100 sacas de feijão por alqueire - após ingressar no Projeto Centro-Sul de Feijão e Milho. A iniciativa capacita pequenos produtores dessas duas culturas e faz parte do nosso Plano de Desenvolvimento Sustentável (The Good Growth Plan).

As orientações transmitidas a eles promovem a segurança no campo e o rendimento máximo à lavoura. E elas ensinam, ainda, sobre a adoção de práticas sustentáveis para preservar o meio ambiente, como o plantio direto – uma forma de manejo em que os restos de vegetais formam uma palha que recobre a superfície do solo, protegendo-o e aumentando sua fertilidade. Em seguida, a semente é depositada, sem que haja aragem ou gradagem.

E tudo isso fazendo uso de produtos com segurança, entendendo e aplicando soluções de forma correta e no tempo certo. O resultado? Mais produtividade, saúde e sustentabilidade.

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Foi logo cedo, aos 16 anos, que Rafael Antonio de Oliveira conheceu o campo. Órfão de pai e mãe, decidiu abraçar um dos melhores empregos em sua cidade, Lagoa Grande (MG): o de trabalhador rural. Na lavoura, sempre soube que construiria sua história – e assim o fez. Hoje, integra o quadro de funcionários da Syngenta Agrícola, como Líder de Campo. Para ele, a empresa é exemplo de cuidado e valorização de trabalhadores rurais. E essa responsabilidade é reflexo de mais um compromisso assumido no nosso Plano de Agricultura Sustentável (The Good Growth Plan).

De forma prática, essa missão se traduz na garantia de salários dignos, alimentação, treinamento, transporte e segurança em toda a nossa cadeia de suprimentos. E isso tem sido feito desde 2006, quando a Syngenta adotou os protocolos da Fair Labor Association (FLA), organização internacional dedicada à promoção e proteção dos direitos de trabalhadores em todo o mundo. No Brasil, passamos a contratar, de forma direta, mão de obra dos campos de produção de sementes e de pesquisa e desenvolvimento, para assegurarmos a conformidade com os princípios de trabalho justo.

Isso permitirá que nossos trabalhadores rurais se sintam respeitados e motivados a crescer e sonhar – como é o caso do Rafael, que deseja, muito em breve, formar-se em agronomia.